Instruir e/ou educar

A educação tem de ser um processo que tenha como objectivo, produzir pessoas socialmente equilibradas e felizes, de forma que determine o sucesso individual e colectivo de uma comunidade.

Em todo percurso da nossa vida, somos educandos e educadores, em todos os momentos aprendemos e ensinamos, na maior parte das vezes sem tomarmos consciência disso, ou seja, é com essas aprendizagens e ensinamentos que formamos a personalidade e o carácter.

É através da educação que aprendemos tudo. O homem sempre que errou ou acertou, aprendeu, foi com as suas vivências que foi educando os seus sucessores, ou seja, ensinamos e aprendemos coisa saudáveis e nocivas, e assim definimos o que é útil ó prejudicial, para tornamos reflexiva a educação das gerações futuras.

Mas certamente muitos se interrogam, como é que alguém que não foi convenientemente educada, pode educar?

É aí que entra o papel da Escola, o tempo de educar e o tempo de instruir, muitos dos conhecimentos adquiridos para nos instruirmos, quando deixamos a escola jamais utilizaremos, mas a educação iremos utilizar toda a vida!

Uma comunidade instruído pode não ser educada, mas se tiver educação é certamente socialmente justa, solidária e consequentemente desenvolvida!

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Futuros novos analfabetos

A repetência que conduz muitas vezes à desistência e tem repercussões na tendência para o baixo nível de qualidade das Escolas Públicas. Os jovens que abandonam a escola antes de adquirir as capacidades básicas de leitura, escrita e matemática, através do ensino obrigatório, tendencialmente irão engrossar o número dos novos analfabetos.

A repetência é uma medida que se aplica aos alunos que não satisfazem os objectivos definidos para o nível que frequentam, alguns professores acreditam que assim os alunos dispõem de mais tempo para adquirir os conhecimentos que não conseguiram anteriormente, considerando sempre que problema reside no aluno…

Muitos pedagogos consideram que a repetência levanta mais problemas do que resolve, pois repetência não ajuda os alunos a conseguir melhores resultados , mas apenas serve para dificultar a sua integração social, agindo negativamente na autoestima.